Vi-te partir; nenhumas esperanças posso ter de mais ver-te.E ainda respiro!... É uma traição! (Mariana Alcoforado.) A literatura levou-nos a discutir.Dom Casmurro nos aproximou bastante.Enquanto ele falava,expressando seus sentimentos em relação a obra,eu o contemplava.
Há tanto esperei aquele momento,de nos unirmos em uma paixão conjunta,de nos reconhecermos finalmente.Era apenas o início de uma aliança que duraria uma vida.
Há tanto esperei aquele momento,de nos unirmos em uma paixão conjunta,de nos reconhecermos finalmente.Era apenas o início de uma aliança que duraria uma vida.
...
Em trabalho de parto, recebia todas as instruções de uma senhora que em nada se parecia a uma médica.Porém em tudo se assemelhava a uma mãe.
Resolveu atender todas as ordens da mulher idosa e aparentemente generosa.Até porque não tinha lá muitas escolhas.A dor tirou-lhe a razão,de certa forma.
No ápice da mesma, Heitor surgiu, com a gravata desarrumada e o cabelo bagunçado devido ao vento.Seus olhos estavam bastante assustados atrás daquelas lentes transparentes.Os de Isabel,por sua vez,estavam marejados.
Isabel,aos gritos, fazia força.Uma força que levou Heitor a pedir que a senhora parasse.
- Parar como ? Não estou fazendo nada, além de ajudá-la.
Os gritos continuaram,em plena calçada.Daria a luz ali mesmo.
Heitor permaneceria ali, ao lado de Isabel, como deveria ter sido.Mesmo que a realidade os separasse,ainda havia o agora.
Ele não era o pai, nem nunca seria de algum filho que viesse do ventre dela.Não havia como ser.
O destino, se é que isso existe, os separou anos antes.Não passou de uma conversa aleatória sobre literatura entre dois desconhecidos que viajavam para um mesmo destino.
Ele se casou.Ela também.
Hoje voltaram a se encontrar, como sempre aconteceria.Os olhos de um não desviaria vergonhoso se o motivo não fosse porque os olhos do outro estivesse encarando-o.
E se não ficassem juntos, suas vidas sempre se esbarrariam nos momentos mais significativos.Pois estava escrito em algum lugar que nessas horas eles deveriam estar juntos.
Resolveu atender todas as ordens da mulher idosa e aparentemente generosa.Até porque não tinha lá muitas escolhas.A dor tirou-lhe a razão,de certa forma.
No ápice da mesma, Heitor surgiu, com a gravata desarrumada e o cabelo bagunçado devido ao vento.Seus olhos estavam bastante assustados atrás daquelas lentes transparentes.Os de Isabel,por sua vez,estavam marejados.
Isabel,aos gritos, fazia força.Uma força que levou Heitor a pedir que a senhora parasse.
- Parar como ? Não estou fazendo nada, além de ajudá-la.
Os gritos continuaram,em plena calçada.Daria a luz ali mesmo.
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Heitor permaneceria ali, ao lado de Isabel, como deveria ter sido.Mesmo que a realidade os separasse,ainda havia o agora.
Ele não era o pai, nem nunca seria de algum filho que viesse do ventre dela.Não havia como ser.
O destino, se é que isso existe, os separou anos antes.Não passou de uma conversa aleatória sobre literatura entre dois desconhecidos que viajavam para um mesmo destino.
Ele se casou.Ela também.
Hoje voltaram a se encontrar, como sempre aconteceria.Os olhos de um não desviaria vergonhoso se o motivo não fosse porque os olhos do outro estivesse encarando-o.
E se não ficassem juntos, suas vidas sempre se esbarrariam nos momentos mais significativos.Pois estava escrito em algum lugar que nessas horas eles deveriam estar juntos.
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