Talvez se ele soubesse
o quanto ela sofria, suas ações não seriam as mesmas.
Eles sempre se
encontravam, não importava a distância e o tempo. E doìa quando o
encontro acontecia. Era estranho. Devia ser passado. Precisava ser
normal. Mas não era, nunca foi.
Palavras sempre foram
insuficientes para defenir o que acontecia entre eles. Nunca saberiam
explicar porque gostavam tanto dos olhos um do outro, ou do cheiro,
do sorriso.
A vontade de voltar, as
mãos já cansadas de procurar o seu verdadeiro par..
Escolher o melhor para
o momento não significava que a escolha seria válida para a vida
toda.
A vontade de voltar...
de pegar de volta o brilho dos olhos que ficaram no outro...
A necessidade da outra
metade, da voz amenizadora, do sorriso encantador...
A sinceridade, o medo,
a vontade, o receio, a coragem, o desejo de amar. Amar de novo aquela
que nunca deixou de amar.
Sentiria aquela vontade
de amá-la de novo, sempre ? Isso nunca passaria ?
Um dia desejou que
isso passasse, mas logo quando o outro dia nasceu, desejou amá-lá.
Como sempre foi. Como sempre deveria ter sido.
A vontadade de voltar
onde nunca se saiu.
O menino agora era
homem. Entendeu o valor de uma vida e de uma noite. Hoje ele optaria
por uma vida. Hoje, ele não trocaria uma vida por uma noite.

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