A noite havia chegado,
e trouxe consigo algumas estrelas, poucas, porém suficientemente
lindas para proporcionar um ar de algo mágico.
Os medos e carências
pertubavam com grande frequência, mas a fé sempre foi persitente e
vencedora.
Um dia ela quis voar, e
percebeu que era possível.
Era encantador ver
todos seus sonhos se realizarem, e mais ainda, poder presenciar o
sorriso naquela boca que tantas vezes reproduziu soluços...
Mas como se a promessa
de felicidade houvesse se cumprido, ela estava livre e leve.
E por isso digo que ela
poderia voar. Não havia nada que pudesse prendê-la ali, porque
todas as correntes foram enfim, destruídas.
Ninguém nunca havia
descrevido e informado a ela o quanto é bom a liberdade. Ela estava
realizada. Estava viva e pronta para outra...
Tudo do jeito que ela
sempre sonhou.
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